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Entenda melhor: Câmbio Automático

O câmbio automático não tem nada de complicado. Na verdade, a operação é muito mais simples e mais confortável do que a do câmbio manual. Como o próprio nome antecipa, as trocas de marchas são feitas de forma automática, sem ação direta do motorista, que fica com a atenção focada apenas em acelerar, frear e controlar o volante. Listamos abaixo as principais características do câmbio automático e as dicas para utilizá-lo, para acabar de vez com as dúvidas.


Existem vários tipos de câmbios automáticos, mas todos possuem as seguintes posições universais:

P – do inglês “parking”, utilizada quando o carro está estacionado. Uma vez selecionada, as rodas ficam travadas, impedindo a movimentação do veículo.

D – do inglês “drive”, usada para fazer o veículo se movimentar. As trocas de marcha são realizadas automaticamente ao acelerar, sem a intervenção do condutor.

R – essa posição engata a marcha a ré.

N – posição “neutra”, popularmente conhecida como ponto morto nos câmbios manuais.


Uma vez em D, o veículo já começa a se movimentar logo que você solta o pedal do freio, mesmo sem pisar no acelerador. O motorista iniciante precisa estar atento até se acostumar com essa reação, inexistente nos modelos manuais, para evitar pequenos acidentes.

Não tente frear com o pé esquerdo. A perna esquerda, acostumada a acionar a embreagem, não tem a sensibilidade necessária para o controle do freio. Para isso, seria necessário muito treino, como acontece com pilotos de corrida. Por isso, para acelerar e frear, use apenas o pé direito.

Agora que não há mais charadas a serem desvendadas, é só curtir a vista – o câmbio se resolve por si mesmo.


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